Eis um jogo movimentado que exige olho vivo e pé ligeiro. O seu ambiente primitivo é o trabalho rural. Se, por exemplo, há quatro esteios de vinha, que ainda restam num sítio donde muitos outros foram levados, e cinco rapazes se dispõem a ir buscar, cada um seu, está visto que um desses rapazes tem de perder.
- Colocam-se diversas varas, cinco ou seis, espetadas no terreno, menos uma do que o número de concorrentes.
- Estes alinham a uma distância de quinze metros, aproximadamente, de costas voltadas para as varas.
- Depois do sinal da partida, cada concorrente tenta apoderar-se de uma vara.
- Fica eliminado o jogador que não conseguir nenhuma.
O jogo prossegue, retirando-se uma vara e um corredor em cada corrida, até restar um concorrente que será o vencedor.
Este jogo pode tomar-se como símbolo de tudo o que na vida exige vontade, esforço e atenção, apresentando dificuldades crescentes a vencer. Isso acontece nos concursos onde os candidatos são mais do que as vagas — para um emprego ou para uma universidade. Educadores e animadores culturais podem encontrar aqui excelente motivo para uma reflexão dialogada com as crianças, não adoptando, todavia, um ar grave e intimidatório, mas sim alegre e optimista, embora inteligente.
