- Como no Jogo das Escondidas, fica um jogador na malha e os outros vão-se esconder.
- O tempo dado aos que se escondem é aquele que o da malha leva na contagem de um a vinte (contagem não apressada).
- Se o da malha descobre um jogador, Beto, por exemplo, diz: “Tiroliro no Beto”, e vai tocar na malha. Esse jogador é então excluído e, no jogo seguinte, vai para a malha.
- O jogo prossegue e, se um jogador dos que se esconderam consegue agarrar o da malha, antes de este aqui chegar, tem direito a ir à sua carrachita (às cavalitas), podendo imitar um cavaleiro e dizer: – Eh, burrinho! Que rico burro eu tenho!
Neste jogo, podem constituir-se duas equipas. Uma fica na coca (casa desenhada no chão) enquanto a outra se esconde. A da coca conta até cinquenta, passando em seguida a buscar cuidadosamente os adversários. Se um dos da coca vir um contrário, diz: “Tiroliro em… (nomeia o descoberto)”, e corre para a coca para não ser agarrado pelo jogador indicado. Não sendo agarrado, o adversário fica preso na coca e o jogo avança. Sendo agarrado, tem de o levar às cavalitas e a equipa oposta marca um ponto. Os escondidos podem, em qualquer ocasião, agarrar os outros e marcar pontos. Mas, por cada jogador descoberto, também marca um ponto a equipa que descobre. Quando todos os que se esconderam forem presos ou descobertos, invertem-se as posições. Ganha a equipa que somar mais pontos.
Este jogo por equipas continua a praticar-se em Penude, segundo Alzira Freitas. O autor tinha-o, entre os preferidos, quando criança.
