Começa o jogo com um jogador a saltar para a primeira casa do meio, com os pés juntos. Depois salta para as casas dos lados, pondo um pé em cada uma.




Procede da mesma forma em relação às séries de casas seguintes. Na série cimeira volta-se e regressa em jogo ao início. Joga em seguida nas casas do meio, só com um pé. Depois, com os pés cruzados. Finalmente, com os olhos fechados.
Não se podem pisar os riscos; isso faz com que se dê a vez a outro jogador. No recomeço, parte-se do ponto em que se tinha ficado. Terminada esta fase da prova, o jogador pergunta aos outros quantas voltas tem de dar. Indicadas as voltas, faz o percurso em diagonal, com um pé e com os dois, alternadamente, até as completar. O percurso tem ida e volta.


No fim, o jogador volta-se de costas para o quadrado e lança sobre os ombros um fragmento de telha, com a intenção de esta ficar dentro de uma casa, sem queimar um risco. No caso de ser bem sucedido, essa casa fica a pertencer-lhe, marcando-a, isto é, fechando-a: os outros, nas suas jogadas, não podem pôr-lhe o pé. Mas, em vez dessa casa, o conselho dos restantes jogadores pode atribuir outra.
Torna-se vencedor aquele que ganhar mais casas.
Recolha ajudada por Maria Adelaide da Fonseca Lopes, em Fiães, concelho de Trancoso.
