- Usa-se um barril dos que se utilizam para guardar ou transportar vinho, mas sem os dois tampos, e suspende-se a uma altura de cerca de meio metro do solo.
- Os concorrentes partem da meta, um de cada vez, e terão de passar pelo interior do barril, dele sair totalmente, voltar pelo mesmo caminho e cortar a meta.
- A distância entre a meta e o barril é da responsabilidade do júri.
- Vence a prova o que a fizer em menos tempo.
Jogo típico do Alto Douro, em particular do concelho da Régua. Evoca os trabalhos preparatórios das vindimas em que os lavradores, directamente ou socorrendo-se de tanoeiros, consertam as vasilhas para o vinho. Isso acontece normalmente entre meados de Agosto e de Setembro e é, então, natural que o jogo apareça. Quando as vasilhas estão ainda sem os tampos, o rapazio, feito olhapim das mil e uma habilidades artesanais, descobre o processo de se divertir, enfiando-se por elas dentro, passando e repassando de um lado para o outro. Assim nasce o jogo do barril, cuja história deve ser tão antiga como a destas vasilhas de madeira.
