Profissões

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Como em muitos outros jogos, há um elemento que se afasta um pouco de um grupo de crianças. Estas escolhem uma profissão para cada uma. Seguidamente, a que se afastou aproxima-se e atira um objecto (bola, bugalho, lenço, etc.) a uma do grupo que, ao recebê-lo, é obrigada a dizer um nome de utensílio da sua profissão. Imagine-se que diz: tesoura. O adivinhador pode pensar logo na profissão de alfaiate, costureira, podador, jardineiro, etc. Mas é arriscado deitar-se a adivinhar, tão apressadamente. Lança de novo o objecto contra o mesmo jogador, para o obrigar a dizer o nome de outro utensílio. Se ele disser “dedal”, fica já reduzido o leque das profissões possíveis e então pode, se o quiser tentar, adivinhar a profissão. Só tem mais uma tentativa em relação ao jogador da tesoura.

Se de facto adivinha, marca um ponto e mantém-se em jogo com os outros; se erra, troca de posição com ele.

Ganha, naturalmente, o jogador que mais pontos conseguir. Em vez do nome de um utensílio, pode indicar-se o de outro objecto, como farinha, para padeiro ou pasteleiro, ou estofo, para um condutor. Tudo depende do que as crianças combinarem entre si.