Jogo típico de praia, em Portugal e noutros países, de que os jovens e adultos gostam, mas também as crianças. Pratica-se, geralmente, depois de sair da água: é uma forma agradável de aguardar que o fato de banho vá enxugando.
Duas raquetas de madeira fina, com ou sem furinhos, e uma pequena bola. Os jogadores guardam entre si uma distância de seis a doze metros, que vai variando com o decorrer dos movimentos, e batem com as raquetas na bola, de um para o outro, sem a deixarem cair.
Também se pratica na água (mar ou piscina) e, depois de férias, nas localidades dos jogadores.
Perguntei a dois miúdos como se chamava o jogo. É as raquetas (ràquêtas), disseram-me. Raqueta é um estrangeirismo (racket, na Inglaterra; racquet, nos Estados Unidos; e raquette, em França) de proveniência francesa, em que a vogal tónica aberta (é) se fechou na pronúncia dos miúdos (ê).
Parece um jogo recente, mas a verdade é que sempre as crianças utilizaram duas pequenas tiras (de madeira, ferro, até latão ou zinco) para brincarem com uma bola, a qual dantes era de trapos.
Por vezes, o jogo consiste em bater a bola para o ar, sucessivamente, esforçando-se cada jogador em dar o máximo de toques, sem a deixar cair.