Se o jogo é individual, a corda é curta. Participando duas ou mais crianças, a corda é mais longa, sendo segurada nas pontas por duas crianças, uma de cada lado.
No jogo individual, o salto pode ser mesmo feito com um pé de cada vez ou com os dois pés ao mesmo tempo. Pode ainda ser obrigatório cruzar os braços sobre o peito, à medida que se vai saltando.
Em grupo, podem saltar duas crianças, que simultaneamente lançam a corda. Podem também participar várias crianças, alternadamente. Primeiro, passam pela corda, sem saltarem, entrando e saindo. Depois, saltam uma vez; a seguir, duas, e assim sucessivamente. Usa-se, por vezes, uma lengalenga.
Com duas crianças, os que lançam a corda chamam ora uma ora outra para saltar ou para sair. Se for só uma criança a saltar, podem dizer:
Sininho, sinão,
põe a mão no chão.
A criança que salta tem de executar a ordem, tal como as seguintes cantilenas:
Sininho, sinão,
põe a mão no coração;
sininho, sinão,
dá três voltinhas. Neste último caso, o saltador diz:
Um, dois, três,
passei por uma roseira,
escolhi um cravo,
acuda-me, menina,
se não eu caio.
A velocidade de andamento da corda pode ser diferente: água – a corda gira com velocidade normal: azeite – mais depressa; vinagre – com toda a rapidez possível.
Em certas zonas do Brasil chama-se “dicotinho queimado” à variante de saltar à corda que outro faz girar.





