“O que percorre esses textos, breves, rimados, e sobretudo sonoros e ritmados, é a euforia da linguagem, mais até do que a da língua; é o prazer da palavra, que se compõe ou decompõe, que se opõe ou se associa, que imita ou obstrui, que se encadeia, ou se suspende, ou se desvia, ou se prolonga; que descobre ou desafia.
Arnaldo Saraiva
Para as crianças, a palavra é, já foi dito, um dos primeiros brinquedos, que se presta a uma ‘criatividade infinita’, e que não custa mais do que o esforço do jogo ou da articulação”.

